FUI – Festival União da Ibiapaba segue já em sua sexta edição promovendo e integrando uma região adornada de encantos, cultura e belezas naturais. A região da Serra da Ibiapaba, privilegiado corredor cultural, é formada por doze municípios com, música, teatro, cinema, artes plásticas, artesanato e produtos típicos.
Festival que promove cultura, educação ambiental, com iniciativas integradas à responsabilidade social. Proporciona o bem estar da cidadania e a democracia cultural da belíssima chapada.
Participando da política de regionalização da cultura cearense, o “FUI NO DRAGÃO - A Ibiapaba no Dragão do Mar”, apresenta uma mostra do festival realizado na Ibiapaba, apresentando potencialidades culturais dessa rica região, com apresentações artísticas e exposição audiovisual das edições anteriores.
O FUI – Festival União da Ibiapaba que durante cinco edições nos municípios de São Benedito, Ibiapina, Ubajara, Viçosa do Ceará e Tianguá levou: 1050 artistas alcançando um público estimado de 260 mil pessoas, 1000 oficinandos, 1800 empregos diretos e indiretos, inaugurando assim, a itinerância regional no corredor turístico cultural da Chapada da Ibiapaba - Ceará.
O caráter educativo do FUI consegue reunir interessados em diversas áreas como: capacitação e aprendizagem, turismo cultural, gastronomia, meio ambiente, responsabilidade social, saberes populares, teatro, música, cinema, vídeo.
O FUI no Dragão do Mar abre a discussão para a importância dos festivais regionais como integração dos corredores culturais no Ceará, fortalecendo a política de integração cultural do Estado. Será discutido em um seminário, com a presença de nomes expressivos de realizadores, gestores e entidades promotoras de eventos culturais, o objetivo de agregar idéias para uma política comum de sustentabilidade e propagação dos festivais culturais do Estado.
CONFIRA OS SEMINÁRIOS
SEMINÁRIO INTEGRAÇÃO CULTURAL DO CEARÁ
PRIMEIRA REUNIÃO PARA FORUM DOS FESTIVAIS CULTURAIS DO CEARÁ
Abrimos o diálogo para a importãncia dos festivais regionais como meio para integração dos Corredores culturais do Ceará, fortalecendo assim a Política de Integração Cultural do Estado. Será proposto no seminário a criação do Fórum Permanente dos Festivais do Ceará, contando com a presença de nomes expressivos de realizadores, gestores e entidades promotoras de eventos culturais, com o objetivo de agregar ideias para uma política comum de sustentabilidade e propagação dos festivais culturais da região.
GERALDO VITOR
(GESTOR CULTURAL, MINC – MINISTÉRIO DA CULTURA-DF)
O Protagonismo e as Políticas Públicas de Cultura:
É preciso pensar formas de um protagonismo conjunto envolvendo todos os agentes e principalmente os gestores de cada um dos festivais culturais da região. Um protagonismo que aponte em primeiro lugar para a criação e adoção de arranjos criativos em captação de recursos e gestão consorciada, capazes de alcançar, contemplar e redimensionar todos os festivais, compondo um cenário de empoderamento coletivo como poder de barganha nas parcerias, atrair maior interesse dos financiadores públicos.
Geraldo Vitor, é professor universitário, ator, bacharel em Artes Cênicas e pós-graduado em Linguagens artísticas e Arte-educação. Como funcionário de carreira no serviço público federal, ocupa atualmente o cargo de Coordenador de Políticas de Comunicação e Cultura, na Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, onde - entre outras - responde pelo projeto Comunica Diversidade.
Manoel Correa BigNel (Coordenador Executivo do Projeto Lab Cultura Viva de apoio a Produção Audiovisual dos Pontos de Cultura - PRODUTOR CULTURAL – DF – Gestor Cultural na UFRJ )
O Aspecto Político da União.
Para fazer produção cultural no Brasil é preciso mais que competência e disposição. Essa é uma frase comumente colocada por produtores de cultura. Ela é uma grande verdade, mas é bastante incompleta. Competência é primordial, mas disposição é uma palavra muito genérica, tem muito produtor, por exemplo, que não tem a menor disposição para discutir política ou pelo menos informar-se sobre ela.Os principais produtores de cultura do Ceará estão se propondo a criar uma pauta comum. Esse encontro representa um passo muito importante para o desenvolvimento de um plano estratégico de ações que apontem para o fortalecimento da produção cultural cearense.
Manoel Correa BigNel é um compositor paranaense que iniciou-se na produção cultural via movimento estudantil, organizando festivais e mostras. Atualmente é coordenador executivo do projeto Laboratório Cultura Viva, parceria MinC/UFRJ, que está desenvolvendo uma nova série para a TV, em produção colaborativa com Pontos de Cultura.
CHICO TERRAH
(DIRETOR DE CINEMA E TEATRO – CURITIBA)
A Importância do Audiovisual na Consolidação e Respeito de Uma Ação Cultural.
A palestra discutuirá o quão importante se faz a monitoração, documentação e debate das iniciativas culturais atuais no Ceará através de seus festivais, propondo a implantação de uma webtv e a petição de um canal a cabo e parabólica, (ou via TV Pública), voltado exclusivamente para essa programação. Cobrindo interinamente todos os festiviais culturais que se realizam no estado, suas atrações, seus agregados, debates, mostras, premiações, reivindicações, posicionamento do público, patrocinadores , profissionais envolvidos direta e indiretamente e o resultado que se espera e que se obtém de cada festival.
Chico Terrah nasceu fisicamente em Curitiba, porém desde muito cedo sempre enxergando além mar, começou sendo aluno do saudoso Nelson Di Córdova, paralelamente á isso, investia-se de corpo e alma no cinema ( fazendo, não apenas assistindo), daí segue uma carreira paralela, entre teatro e cinema, sendo esse último sua verdadeira paixão. Trabalhou em festivais de cinema e teatro bem sucedidos, se especializou em dirigir comerciais, em direção de fotografia, em escrever textos e roteiros e em parcerias musicais. É também o ator cômico que adora fazer drama, que se sente sempre a disposição para transitar por novos espaços e novas idéias.
CONFIRA OS SHOWS
REISADO DO MESTRE ANTÔNIO
Os reisados fazem parte da forte cultura popular brasileira. O Ceará tem grandes representantes neste seguimento. O Reisado do Mestre Antônio, originário de Ubajara-CE, assegura a preservação desta forte arte. Participaram de algumas edições do Festival União da Ibiapaba – FUI e agora adentram ao Centro Cultural Dragão do Mar participando da mostra da cultura ibiapabana com suas ricas idumentárias e seus ritmos tradicionais.
DAVI DUARTE
Com três CDs solo Independentes e participação nas principais produções fonográficas do estado, David representa a música Cearense como expoente de sua geração. Sua banda o acompanha a aproximadamente seis anos, conferindo ao trabalho um clima de entrosamento que se reflete no palco, através da desenvoltura dos arranjos e interpretações fluentes, proporcionando-nos uma mostra que evidencia de forma singular o caráter aprimorado de suas composições, dando ênfase também ao envolvente diálogo entre voz e violão, dois instrumentos que o artista domina e articula com encanto e maestria. David Duarte reverencia alguns dos maiores ícones de nossa música, fazendo um passeio pelos mais variados estilos e diversidades rítmicas, tudo pontuado também pelo melhor de seu trabalho autoral.
RÉGIS E ROGÉRIO
Cresceram na cidade de Fortaleza em meio a muita música e poesia. São filhos de um grande poeta cearense, Oscar Costa Sousa, e irmãos do cantor e compositor Ednardo. Já no início da década de 80, vencedores do Festival de Música Cearense, Régis & Rogério participam do maior movimento artístico cultural que aconteceu no Ceará, e gravam em seguida no álbum que recebeu o nome do movimento: Massafeira (Sony Music). Agora, juntos alçam vôo expressivo no cenário musical com um estilo próprio de compor e interpretar os ritmos e a poesia da música brasileira. Assim, construindo carreira própria, seguem do Ceará para o mundo.
DRAMISTAS
O Drama em Cena é uma manisfestação de cultura popular que mistura musica, dança e dramatização realizada por milhares de áreas rurais do nordeste brasileiro.Ao todo são quinze senhoras na faixa etaria entre 50 e 70 anos, que cantam e dançam acompanhadas por tocadores da própria comunidade que aprenderam a tocar de ouvido e já estão repassando a tradição para as crianças da comunidade.
BANDA EMOÇÃO
A Banda Emoção surgiu como uma Banda local que começou com três irmãs, que desde a infância com incentivo dos pais cada uma começou a tocar um instrumento diferente. Então tiveram a idéia de montar uma banda após a participação de diversos festivais de música que eles haviam feito. As influências da Banda vem da MPB, POP ROCK, BLUES e REGGAE entre outros.
CAROL OLIVEIRA
Carioca com alma cearense, Carol Oliveira inicou sua carreira como cantora aos 13 anos de idade em festas familiares. Com o passar do tempo, Carol foi moldando seu trabalho com outros músicos nos bares e casa de show em Fortaleza, cantando e tocando violão. A artista tem um histórico multifacetado, o que a torna uma profissional de qualidades e particularidades tanto pelo trato quanto pelo respeito que tem a música e a cultura popular. Pois além de carregar a descedência de uma família de talentos, apresenta formação de estilista, compõe e tem uma trajetória como interprete da musica popular brasileira, especialmente da bossa nova e do samba de raiz.
FIDELIS MENESES
Jovem músico e compositor nascido em Ubajara, revelado no FUI 2008, cresceu desenvolvendo um trabalho pop com linguagens de arranjos criativos. Dono de uma voz diferenciada, hoje toca em várias casas de show em Fortaleza. Manteve uma participação no programa Ídolos na Rede de Televisão Record. Fideles Meneses representa a nova safra de compositores cearenses, vindo da belissíma Serra da Ibiapaba.
DUNGA ODAKAM
Poeta praieiro, foi à beira das águas do mar de Iracema que o cantor, compositor e poeta Dunga Odakam avistou sua poesia. Ele deu início a jornada artística com as gravações de suas músicas por diversos cantores cearensese chegou, inclusive, a gravar um CD, em 2002. “Não sou eu quem escolho as palavras da minha música e da minha poesia. Elas vêm como se tivesse vida própria, o desenvolvimento acontece por si só”
SERRÃO DE CASTRO
Serrão Castro iniciou na musica ainda criança, apresentando-se em festividades escolares. Aos quinze anos, como compositor, passou a participar dos festivais de música. No ano de 2002 até 2004, fez diversas turnês pela Espanha, onde ao lado da banda Conexão Sul, mostrou a musica brasileira e suas nuances. O artista tem feito inúmeros show em barzinhos, teatros, praças e projetos no Ceará e por todo o país.
BATUCADA ELÉTRICA
Projeto liderado pelo percussionista Hoto jr que tem em sua trajetória uma vasta bagagem musical ao lado de vários artistas referendados nacionalmente e que lhe proporcionaram vasta experiência e amadurecimento profissional. Após vários anos dividindo o palco com grandes nomes decidiu dedicar-se a pesquisa de ritmos diversos, utilizando como base a percussão, um sonho pessoal que hoje virou realidade com o propósito de revolucionar a cena local, abrindo alas para a batucada e sem nenhum preconceito em misturar samba, funk, rock, maracatu, forró e outros ritmos do Brasil e do mundo.
CHESCO
Nascido em Viçosa do Ceará, este jovem instrumentista que escolheu o trombone para interpretar sua arte, comprova a força dos músicos ibiapabanos. Revelado no FUI 2009 , hoje toca com nomes expressivos da música cearese. Dono de uma habilidade impar com este rico instrumento, interpreta com alma acordes e melodias embalados com um ritmo marcante. Também responsável por ampliar o conhecimento dos músicos naquela região ministra oficinas em várias cidades da Ibiapaba. Chesco é um nome que certamente estrá entre os grandes músicos brasileiros.
DANÇA DIVINO MOVIMENTO
O Pole dance arte tem sua origem ligado a prática do Mullakambi (tipo de yoga indiana que significa Homem de Força) gradualmente se desenvolveu desde as tendas de circo da Comédia Dell'Arte, e hoje ganhou projeção como arte, dança e ginástica. Tendo como instrumento uma barra vertical de aço polido, sobre a qual a praticante desliza e faz travas e manobras mirabolantes com dins artisticos e performáticos.
















